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O traço, a simetria e os personagens do ilustrador holandês Raymond Lemstra. Massa!

Fiquei surpresa ao descobri que Olaf Hajek é alemão. Seu trabalho me lembra tanto Frida Kahlo (e acredito que seja uma de suas inspirações), que tive a certeza de que ele era de algum lugar da América Latina. Hajek cria mundos fantásticos e inspiradores com sua arte. Suas ilustrações são sempre cheias de histórias místicas, figuras folclóricas, cores, texturas e uma grande diversidades de animais e plantas. É lindo e mágico.

A designer e ilustradora Mathilde Aubier é francesa e dona de um trabalho lindo. Ela faz colagens utilizando fotografias, texturas e suas próprias ilustrações, tudo em tons suaves e num clima vintage. Adoro suas composições e a harmonia que consegue manter mesmo utilizando tantos elementos e linguagens diferentes. Em parceria com a designer Christine Delaquaize, Mathilde fundou um estúdio de arte e design em Paris chamado Ma+Chr. Juntas, elas também criam colagens belíssimas. Vale a pena dar uma olhada no site.


Faz tempo que acompanho o trabalho do designer e ilustrador Jon Contino e parece que ele não cansa de ser bom. Jon é de Nova York e é famoso pelos seus lettering e suas composições tipográficas maravilhosas, das quais muitas são desenhadas a mão. Sua criação é muito influenciada pela street art e pela estética nova-iorquina e carrega sempre um clima meio vintage. Sou fã. Quem tiver interesse em acompanhar seus trabalhos via Instagram, seu perfil é @joncontino. É massa!



Sempre achei muito difícil desenvolver pictogramas. Criações ricas em detalhes podem parecer bem trabalhosas, mas sintetizar um monte de informações em poucos traços é muito mais. Quando se cria ícones e pictogramas seu trabalho está sempre correndo o risco de não estar tão sintetizado assim ou de estar sintetizado demais a ponto de não trasmitir a informação completa. Viktor Hertz é um designer sueco que não só sabe criar ícones bem legais como os usa bastante em seu trabalho. Ele desenvolveu uma linha de posters de filmes utilizando apenas pictogramas. O resultado é massa e, naturalmente, minimalista.