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França

Se eu tivesse que mandar agora um recado para a artista francesa Camille Walala, eu diria: “Passa aqui em casa, pinta tudo e deixa meu mundo assim maravilhoso, por favor. Obrigada!”. Que trabalho incrível! Para construir seu estilo, Camille buscou inspiração na belas e geométricas superfícies e estampas da tribo africana Ndebele e uniu com influência do Grupo Memphis, movimento artístico italiano, ocorrido na década de 80. A mistura foi perfeita e o resultado, indiscutivelmente lindo.

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A maioria dos trabalhos da ilustradora francesa Caroline Selmes são desenvolvidos para projetos editoriais e publicitários. Grandes marcas como Vodafone, Schweppes e Honda estão na sua lista de clientes. O interessante é que o traço de Caroline não é nem um pouco convencional e, mesmo assim, ela consegue ser comercial. Deve ser porque o trabalho dela é inquestionavelmente massa.

Nunca fui uma grande admiradora da estética dos anos 80, mas o trabalho da designer francesa Nathalie Du Pasquier (que tem a cara desta década) mudou minha cabeça. As estampas de Nathalie, criadas entre 1981 e 1986 para fins decorativos, são fantásticas. Paletas de cores pouco convencionais e formas abstratas e geométricas caracterizam seu belo trabalho. As estampas foram desenvolvidas para Memphis, coletivo de designers e arquitetos de Milão que desenvolviam móveis, objetos de design e decoração. Nathalie foi uma das fundadoras da Memphis, mas mudou para a carreira de artista plástica em 1986.

Milleneufcentquatrevingtquatre é uma marca francesa de lenços de seda. O nome quer dizer 1984 em francês, ano em que nasceram Amelie Charroin e Marie Colin-Madan, as duas designers criadoras da marca. Usando técnicas como pinturas, desenhos e colagens, Amelie e Marie criam belíssimas estampas para seus lenços. Os desenhos são fantásticos e, se eu tivesse um lenço desses, ficaria bem indecisa entre usá-lo ou emoldurá-lo como uma verdadeira obra de arte.